quinta-feira, 18 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
Dia 3- Inebriante. Hoje estive de volta ao meu universo por um momento, e voltei e vivi nele de uma maneira inebriante, ainda estou inebriado, e por algum momento em meio ao meu momento inebrio, veio essa palavra na minha cabeça, que eu nunca tinha ouvido na minha vida, e ela continuou ecoando, ecoando e assim em meio ao meu proprio universo e incessante primavera, me vi em andes, seus andes, andes montanhoso fantasiosos porém mais altos e compridos do que os seus são, com um limite, uma barreira para a realidade, porém sem limites para a fantasia, porém em minha mente veio de novo: "Inebriante", e assim voltei para a minha realidade. Primavera é a estação das Sakuras.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Dia 2- E a chuva veio. Não havia nenhum sinal de civilização, de alguma vila, de vida para me guiar nesses andes montanhosos onde eu andava perdido, só o som da chuva que me deixava mais inquieto, esperando uma resposta, por onde devo me guiar? Procurei abrigo em uma caverna e esperei a chuva passar. Acho que eu gosto da chuva, ela me faz refletir sobre o quão ela é totalmente natural e assim as coisas, os caminhos, respostas devem ser.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
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Dia 0- ...Estava vivendo no meu próprio universo por um longo tempo, e começando a afundar nele por tentar forçar conhecimentos que não existem, entendimentos que não estão disponiveis, rios e lagos congelados pelo inverno rígido, que passou devastando tudo, praticamente tudo, como se fosse uma nevasca...não, uma avalanche, uma avalanche de sentimentos nunca antes vistos, sentidos, imaginaveis, que me fizeram afundar em um lago, um lago congelado sem saída... assim que em meu refugio, procurando por consolo em histórias e distrações, começo a enxergar sinais, que nos mostram que as respostas mais complexas podem estar nas coisas mais simples, assim como "o nada é tudo", como me disseram num futuro que na verdade é o passado, palavras de um disco repetitivo sem fim. Consolado e seguindo os sinais consigo chegar ao topo do lago, mas por quê ele ainda continuava congelado? Sem saída? Foi então que os sinais me fizeram perceber que tudo que tinha que fazer era esperar o inverno passar, pois o inverno, o verão, primavera, e outuno, fazem parte do disco repetitivo e sem fim, e assim comecei a nadar no raso e descobrir coisas na minha mente, entender coisas em minha mente, que me não mais me distraiam, mas me faziam ver que o inverno não é tão triste, não é tão gelado, não é tão mal, tão horrivel, tão odiavel, desprezavel, mas sim que eu tinha me tornado o inverno, e bastava entender eu mesmo para começar a entender tudo que estava acontecendo, a me perdoar, e assim com um abraço no inverno chega a próxima estação, primavera, onde as flores florescem e caminhos para novas aventuras se abrem.
Dia 1- Tudo que conseguia enxergar eram flores, lindas flores de uma cerejeira, pura, inocente, natural, que demonstrava o sentido de estar ali, e subindo nela enxerguei um horizonte novo, nunca visto, perpleto de alegria, felicidade, recompensas, e novos caminhos seguindo o fluxo da minha vida. Foi o desabrochar de uma só flor que tudo se abriu..e então essa flor me puxou para dentro dela, e lá estavam, suas sementes, em suas sementes conseguia ver várias pessoas de mãos dadas, sorrindo e tentando distribuir felicidade altruísta, e entre elas uma me chamou atenção em especial, a mais bela das sementes ao meu ver superficial, porem por conta de um de meus sinais que tinha recebido em meu inverno, resolvi olhar mais adiante, naturalmente, lentamente, em seus olhos, e consegui ver um universo todo novo, diferente de todos universos, assim como todos são unicos, e deixando a corrente dos cosmos me levar, passando pela nebulosa reluzente, encontro um planeta semelhante ao em que vivo, porém diferente, tudo era diferente, as pessoas eram, toda a visão era totalmente diferente, até as cores eram diferentes, e assim me vi em andes altos, com uma bengala, um pano amarrado na cabeça, prestes a me aventurar por esse mundo, a descer os alpes e tentar chegar no mais fundo possível, na verdade, indo mais fundo até tentar chegar no ponto ideal onde "o nada é tudo" como acabastes de me dizer.
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